Opinião

Os benefícios da dúvida

Esta manhã, ao visitar o Malomil, um dos blogues que acompanho, dei com esta entrevista do José Gomes Ferreira ao Prova Oral, do Fernando Alvim, um programa leve mas que tem muito público sobretudo jovem e onde já estive umas poucas de vezes. É sobre o seu mais recente livro, que pretende resolver em definitivo […]

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Infinitamente….

Infinitamente generoso é o amor Tudo dá, tudo paga Tudo enfrenta e afaga Mesmo o amargo licor Do destino Em terra desnaturada! Infinitamente generoso é o amor Tudo oferece, tudo atura Porque é diferente da paixão, Espera pela vida madura E nunca desiste de dar a mão…  Generoso até à loucura! Infinitamente generoso é o

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Vai um pastel de nata?

Imagem: Lisa Pinto e David Pinto Foi há 5 anos atrás. Conheci o Gonçalo Morna por puro acaso. Estava à procura de um pouco de Portugal em Goa e ali estava um português que ainda por cima tinha um café com o nome Nata. Começámos a conversar e ele explicou-me o conceito. A ideia era

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Carta do Achamento do Brasil

Recebi ontem (17/07/2021) o meu primeiro exemplar da Carta do Achamento do Brasil de Pêro Vaz de Caminha a D. Manuel I, que a editora Guerra e Paz publicou em versão moderna. O editor pediu-me um prefácio e o livrinho está por aí a circular e, a julgar pelas reações, parece não faltar quem esteja a ler pela primeira

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Francamente… em inglês

            A falar é que nos… understand each other Venho há tempos mantendo uma interessantíssima conversa com um madrileño que está a terminar uma tese sobre a questão da esfericidade da terra no mundo clássico e medieval, daí ter descoberto escrevinhações minhas. Entrou em contato comigo através do Academia.edu e tem sido uma intensa e gostosa

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Santiago, casa transitiva

A primeira ilha, a ilha que abriga a cidade do mais antigo nome, a Cidade Velha, berço  da nacionalidade. Foi pensando nela que António Nunes nos ofereceu um dos mais belos  poemas do nosso património cultural: “Sonho que um dia estas leiras de terras quer sejam  Mato Engenho Dacabalaio ou Santana filhos do nosso esforço

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O AMOR DO RIO 

Os sonhos do porvir, os cantos que cantei, carrego-os [na voz Antes da minha voz, já um nome fora dado a cada coisa [e a cada coisa uma medida Em cada nome pus apenas um sopro de lume insubmisso; [em cada coisa, uma sugestão de prumo e de estrela. Sorve agora das palavras o travo,

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A SENHORA DO NÃO ME DEIXES

Na manhã quente e luminosa do dia 16 de janeiro de 1983, um domingo, Ana Maria e eu, mais os amigos Maria Lima e Olavo Colares, partimos da Serra do Estêvão ao encontro de Rachel. Grande proprietária de terras, a família Queiroz era dona das fazendas Califórnia, Itália, Manaus, Biscaia e Junco, nos sertões de

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