“Timor – Paraíso Violentado” quer preservar memórias para as gerações futuras
“Foi muito difícil porque tudo o que aprendemos na época dos portugueses ficou para trás, as nossas tradições também, tivemos que adotar a cultura indonésia e não podíamos falar o português. Embora, clandestinamente, falássemos e também praticássemos os nossos usos e costumes, mas sempre com medo”, referiu a escritora.
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