Instituto Camões

Instituto Camões aposta na formação de professores à distância

NUNO RIBEIRO – 23/09/2016 – 06:30 O objectivo é estabelecer uma rede mundial de certificação e creditação para que o domínio do português conceda créditos no acesso à universidade. Por ditame comunitário, a cooperação para o desenvolvimento será delegada, envolvendo vários parceiros europeus. O Instituto Camões vai apostar, de forma estruturada no próximo ano, num novo esquema

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Camões, IP

É competência do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. coordenar a atividade dos docentes de língua e cultura portuguesas no estrangeiro, promover a interação entre os vários níveis e modalidades de ensino e fomentar o ensino do português como língua não materna e estrangeira nos curricula e sistemas de ensino, designadamente em

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Português falado pelas comunidades afirma o seu valor internacional

“O português como língua de herança, falado pelas nossas comunidades e que as comunidades querem que seja ensinado aos seus filhos, é uma das melhores expressões da natureza global da língua portuguesa e é um dos melhores veículos para afirmar internacionalmente o valor a língua portuguesa”, sublinhou o governante, numa sessão de apresentação sobre o

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Apresentação das medidas de promoção do ensino junto das comunidades portuguesas

O Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., no âmbito da política de internacionalização da língua portuguesa, apresentou ontem, dia 15 de setembro de 2016 as medidas de promoção do ensino junto das comunidades portuguesas. A sessão foi presidida pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva. Saiba mais

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A fusão das políticas de cooperação para o desenvolvimento e da defesa e promoção da língua e cultura portuguesas foi “errada”

Lisboa, 26 jul (Lusa) – A fusão das políticas de cooperação para o desenvolvimento e da defesa e promoção da língua e cultura portuguesas foi “errada”, mas o atual Governo não tenciona, “para já”, reverter essa decisão. “Temos de ser realistas, não podemos andar em constantes disrupções organizativas”, justifica a secretária de Estado dos Negócios

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