Mia Couto

Documentário sobre língua portuguesa tem Maria Bethânia, Agualusa e Mia Couto

Sente o clima da gravação de “Karingana — Licença para contar”, em Maputo, Moçambique, com a participação de Maria Bethânia, do angolano José Eduardo Agualusa e do moçambicano Mia Couto. O documentário mostra a evolução da língua portuguesa e sua interação com as culturas locais nas colônias de Portugal. Bethânia lê poesias de diferentes autores […]

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Oito “depoimentos otimistas” no livro “A minha pátria é Moçambique”

Lisboa, 01 jul (Lusa) – Os depoimentos “otimistas” de oito personalidades transversais à sociedade moçambicana, entre ex-presidentes, políticos, escritores ou ex-combatentes, compõem o livro “A Minha Pátria é Moçambique”, obra da jornalista portuguesa Tânia Reis Alves, nas livrarias a 06 de julho. A obra inclui depoimentos de Joaquim Chissano (ex-Presidente da República), Afonso Dhlakama (líder

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Obra de Lucílio Manjate revelou “cunho mais ousado” e “inteligência”

… a poesia é absolutamente dominante em Moçambique e a nova geração prossegue essa tradição… Lisboa, 13 mar (Lusa) – O escritor Mia Couto, que presidiu ao júri da primeira edição do Prémio Literário Eduardo Costley-White, realçou hoje o “cunho mais ousado” e a “inteligência” do romance “Rabhia”, de Lucílio Manjate, que o levou a

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Maria Bethânia, Mia Couto e Agualusa fazem documentário sobre poesia em português

Brasília, 09 out (Lusa) – A cantora e compositora brasileira Maria Bethânia e os escritores moçambicano Mia Couto e angolano José Eduardo Agualusa vão participar na criação de um documentário sobre poesia de autores de língua portuguesa. Mônica Monteiro, diretora-geral do documentário, contou à agência Lusa que “Maria Bethânia vem fazendo um lindo trabalho no

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Escritor Mia Couto quis fugir à transgressão da língua em nova obra

Lisboa, 07 out (Lusa) – O escritor moçambicano Mia Couto disse hoje que aproveitou a trilogia “As areias do imperador” para se surpreender e renovar, dado que se sentia “um bocadinho prisioneiro” do estilo “de transgressão” da língua que o caraterizava. “Apeteceu-me fazer uma coisa diferente, acho que é importante renovar-me, sentia-me um bocadinho prisioneiro,

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