Maputo, 02 dez 2021 (Lusa) – O júri do prémio literário Imprensa Nacional/Eugénio Lisboa decidiu, por unanimidade, não atribuir a distinção a nenhum concorrente na edição deste ano, disse à Lusa fonte da organização.

O júri entendeu que as 23 obras concorrentes “não correspondem aos padrões literários exigidos”, lê-se em comunicado.

O prémio foi criado, em 2017, pela Imprensa Nacional para “promoção e preservação da língua portuguesa”, associada a Eugénio Lisboa, enquanto “cidadão, homem de cultura e autor nascido em Moçambique”.

É destinado a trabalhos inéditos no domínio da prosa literária e além de um valor pecuniário, contempla ainda a publicação da obra vencedora pela INCM.

Nas edições anteriores foram distinguidas as obras “Mundo Grave”, de Pedro Pereira Lopes, “Saga d’Ouro”, de Aurélio Furdela, “A Ilha dos Mulatos”, de Sérgio Simão Raimundo, e “Marizza”, de Mélio João Tinga.

O Prémio já atribuiu também menções honrosas aos trabalhos “Bebi do Zambeze”, de António Manna, “Sonhos Manchados, Sonhos Vividos”, de Agnaldo Bata, “O homem que vivia fugindo de si”, de Japone Agostinho, “O amor que há em ti”, de Néusia Pelembe, e “Eva”, de Léo Cote.

LFO // SB – Lusa/Fim

Foto: EXPRESSO: JOSÉ FERNANDES (26/02/21)

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