Fonte do Fórum Macau disse à agência Lusa que o nome de Vítor Sereno está confirmado como o representante português naquele organismo e que a decisão “potencia a importância que o país dá ao Fórum e a Macau como plataforma entre a China e os países de língua portuguesa”.

“Com esta iniciativa, Portugal está a dar um sinal político muito forte da importância que dá ao Fórum Macau, ao mesmo tempo que tem demonstrado uma aposta clara no mercado de Macau e da China como parceiros fundamentais do seu desenvolvimento e da recuperação económica que o país pretende concretizar”, disse a fonte, sob anonimato.

Já o cônsul português, Vítor Sereno, disse apenas “assumir mais esta responsabilidade com o sentido de Estado que a sua função de cônsul-geral já lhe confere”.

“Como cônsul-geral do meu país, tudo farei e todas as tarefas assumirei que sejam úteis a Portugal e proporcionem todos os caminhos para que sejamos capazes de ultrapassar as dificuldades e assumirmo-nos como uma Nação com potencialidades e com conhecimentos divulgados e reconhecidos em todo o mundo, porque Portugal tem hoje um ‘know-how’ em várias áreas que em muito podem ajudar até os países mais desenvolvidos”, disse.

Até agora, Portugal tem sido representado no Fórum, que celebra este ano 10 anos de existência, pelo delegado local da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) e que, na nova organização representativa, irá coadjuvar o cônsul-geral.

JCS // MLL – Lusa/fim

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