É com grande orgulho e satisfação que a Quetzal anuncia que Carlos Ascenso André acaba de ser distinguidos com o Prémio D. Diniz da Fundação Casa de Mateus pelo livro Arte de Amar, de Ovídio, em edição bilingue.
Por seu lado, Carlos Ascenso André, 72 anos, traduziu «A Arte de Amar» (Ars amatoria), que a Quetzal publicou numa cuidada edição em capa dura, com sobrecapa e pintura a cores. «Esta obra insere-se num notável movimento editorial de regresso aos clássicos, revelando ao leitor contemporâneo toda a riqueza e complexidade do verbo “amar”, tal como o concebeu Ovídio, da sedução à transgressão, da liberdade à obsessão, do prazer à sátira», lê-se no comunicado enviado pela Fundação Casa de Mateus.
Como pode imaginar-se estou vaidoso, sim. E mais ainda quando penso que este prémio já distinguiu tantos nomes, junto de quem me sinto um pequeno aprendiz: Agustina, Saramago, Mário Cláudio, Eduardo Lourenço, Helder Macedo, José Tolentino de Mendonça, Sophia, Lídia Jorge e tantos outros por quem tenho profunda admiração. E também por ser um prémio atribuído à tradução, como já o fora ao meu amigo Frederico Lourenço, pela sua “Odisseia”, assim a colocando a par da literatura.
Esta é uma distinção para a Quetzal, a quem agradeço na pessoa de Francisco José Viegas, sempre credor da minha gratidão, por ter a coragem de assim apostar nos clássicos, que são a nossa identidade.
Partilho este momento de satisfação com amigas e amigos.


