Universidade de Cabo Verde distingue hoje economista guineense Carlos Lopes

Praia, 26 jan 2026 (Lusa) – A Universidade de Cabo Verde (Uni-CV) vai entregar hoje, pela primeira vez, o Prémio Amílcar Cabral, distinguindo o economista guineense Carlos Lopes, anunciou a instituição.

“A distinção reconhece o notável contributo intelectual de Carlos Lopes, bem como a relevância do seu pensamento crítico na promoção da consciência emancipatória das sociedades do Sul Global”, justificou a UniCv.

Numa publicação na Internet, o economista guineense, antigo secretário executivo da Comissão Económica das Nações Unidas para África (UNECA), disse estar “emocionado por ter sido escolhido como primeiro laureado”.

A par da cerimónia, Carlos Lopes vai ser orador numa conferência intitulada “África e o Fim das Certezas Multilaterais”.

Em entrevista à Lusa, em setembro, o economista considerou que Cabo Verde foi o país que teve uma trajetória de crescimento pós-independência “mais consistente”, conseguindo ser um país reformista e não dependente de rendas, entre as ex-colónias portuguesas.

Criado pela Universidade de Cabo Verde, o Prémio Amílcar Cabral destina-se a distinguir “personalidades e instituições cuja ação académica, científica, cultural ou política se revele excecional na promoção de valores universais como a liberdade, a justiça social, a solidariedade e a dignidade humana”.

LFO (MBA) // MLL – Lusa/Fim

O reitor da Universidade de Cabo Verde (Uni-CV), José Arlindo Barreto (E), entrega o 1.º Prémio Amílcar Cabral ao professor e académico Carlos Lopes (D), reconhecendo-o como uma das vozes mais influentes do pensamento contemporâneo do Sul Global, no Centro de Convenções da universidade, na Praia, ilha de Santiago, Cabo Verde, 26 de janeiro de 2026. ELTON MONTEIRO/LUSA
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