A nova organização, com sede em Brasília, terá como modelo de atuação estruturas internacionais já existentes, como o português Instituto Camões e o alemão Instituto Goethe.

“O instituto é vinculado ao ministério das Relações Exteriores e tem a missão de promover a cultura e a língua portuguesa de vertente brasileira pelo mundo”, resume Daniella Araújo, conselheira do setor cultural da embaixada da França no Brasil. “Por ocasião das comemorações do dia 7 de setembro, isso vai se tornar mais público, com o anúncio de definição de marca, imagem e tudo”, completa.

Criado junto da reestruturação do Ministério das Relações Exteriores, em abril de 2022, o Instituto Guimarães Rosa já tem uma diretora designada, a diplomata Paula Alves de Souza.

Aos poucos, os 24 centros culturais brasileiros no exterior devem ser rebatizados com o nome do instituto que homenageia o expoente da literatura brasileira, que também foi diplomata.

Com isso, explica Araújo, o instituto terá maior autonomia na utilização de recursos e possibilitará uma ação mais específica na promoção da imagem da cultura brasileira e da lusofonia, “sem que isso se dilua no corpo do Ministério das Relações Exteriores”, pontua. Ler o artigo completo

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