24 de novembro de 2015, 10h30, Sala 2, CES-Coimbra
Apresentação de Elisio Josias e José Pimentel Teixeira (Universidade Eduardo Mondlane)  | Comentadores: Fernando Florêncio (Universidade Coimbra), Paulo Peixoto (CES) e Paula Sequeiros (CES)

Resumo

A relação entre cultura e desenvolvimento está hoje consagrada em vários documentos nas Nações Unidas. A Convenção para a Protecção e Promoção da Diversidade Cultural aprovada há dez anos, é neste caso, um documento paradigmático ao estabelecer no seu artigo 13º a integração da cultura no desenvolvimento sustentável.

O espaço lusófono, ou lusotópico, constitui-se hoje como um espaço de encontro e dialogo intercultural. Fazer um balanço do que tem vindo a ser feito neste espaço a propósito da aprovação desta Convenção é um primeiro objectivo deste programa.

Para além de se comemorar os dez anos desta convenção, em 2015 será também o ano em que serão debatidos nas Nações Unidas os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável que irão marcar a agenda internacional até meados do milénio. Uma das questões que tem sido evidenciada no campo da Ajuda ao Desenvolvimento é a ausência de objetivos específicos relacionados com a cultura.

Analisar de que forma e relação e entre cultura e desenvolvimento pode ser articulada a partir da narrativa sobre a lusotopia.

O Evento integra-se na celebração do 10º aniversário da Convenção sobre a Diversidade Cultural. Tem apoio do Museu Afrodigital – Estação Portugal, do ICOM Portugal e do MINOM (Movimento Internacional para uma Nova Museologia).
Atividade no âmbito do Núcleo de Estudos sobre Cidades, Culturas e Arquitetura (CCArq)

Turistas asiáticos visitam a Universidade de Coimbra, 21 de junho de 2015. Desde a classificação como Património Mundial, que os turistas na Universidade de Coimbra têm vindo a crescer, entre eles os asiáticos, que já suplantaram o número de visitantes portugueses, quando se retiram às contas as visitas escolares.  PAULO NOVAIS/LUSA

Turistas asiáticos visitam a Universidade de Coimbra, 21 de junho de 2015. Desde a classificação como Património Mundial, que os turistas na Universidade de Coimbra têm vindo a crescer, entre eles os asiáticos, que já suplantaram o número de visitantes portugueses, quando se retiram às contas as visitas escolares. PAULO NOVAIS/LUSA

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