No dia 15 de fevereiro último, com a inesperada partida de Arnaldo Jabor, o jornalismo, o cinema, a crônica, a cultura e a inteligência do Brasil perderam uma figura extraordinária, e eu perdi um velho colega de escola e um amigo de toda vida. Como ele próprio lembrou, foram vinte e seis anos escrevendo sem parar cerca de mil e quinhentos artigos, sem contar as duas décadas de rádio e televisão, sem contar uma sequência de grandes filmes que marcaram o cinema brasileiro e sem contar, finalmente, os vários livros publicados. Neste episódio, apresentamos a leitura de uma crônica que nos dá a medida de seu talento: A Pátria que nos pariu.

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