A “avaliação da competência comunicativa” é o tema central de debate no V Encontro Internacional de Português que decorre no próximo dia 19 no Auditório Municipal de Rianjo, no município galego de A Corunha.

Segundo a Associação de docentes de português na Galiza, o encontro de didática do português assume este ano “um caráter mais internacional que nunca” com presença de responsáveis pelas avaliações dos exames de Portugal, CAPLE, e do Brasil, CELPE-Bras.

O CAPLE (Centro de Avaliação de Português Língua Estrangeira) é um certificado de proficiência em português como segunda língua desenvolvido pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

O CELPE-Bras (Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros) – desenvolvido e outorgado pelo Ministério da Educação do Brasil, aplicado no Brasil e noutros países com o apoio do Ministério das Relações Exteriores do Brasil – é o único certificado brasileiro de proficiência em português como língua estrangeira reconhecido oficialmente no Brasil.

O encontro contará com as intervenções, entre outros, do presidente da Câmara Municipal de Rianjo, Adolfo Muiños, do diretor do Instituto Camões em Vigo, João Ribeirete, de José Lino Pascoal (diretor dos exames CAPLE) e de Hélder Júlio Ferreira Montero (responsável da avaliação CELPE-Bras, Salamanca).

Participam ainda docentes de português em várias escolas da Galiza que apresentarão o “troca-troca”, uma “ feira de materiais didáticos de português” na Internet.

“Disponibilizamos fichas de trabalho e documentos pdf com tarefas e atividades prontas para levar às aulas, e qualquer pessoa poderá contribuir com os seus próprios trabalhos”, refere a página web do portal sem fins lucrativos desenvolvido pela organização de Docentes de Português na Galiza.

“A plataforma disponibiliza atividades, e outras informações e materiais, criadas por docentes de português, todas elas publicadas sob a licença creative commons, para darmos uma ajuda e melhorarmos a qualidade do processo de ensino/aprendizagem da língua portuguesa na Galiza, que, pelas suas idiossincrasias, nos parece ser todo um fascinante desafio”, sublinham.

 

ASP // MLL – Lusa/Fim

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