O presidente do Parlamento, Fernando Lasama Araújo, justificou a escolha do português para as intervenções políticas com a necessidade de os deputados criarem o hábito de se exprimirem numa das duas línguas oficiais, a par do Tétum, de acordo com a Constituição de Timor-Leste.

O Parlamento de Timor-Leste havia aprovado em outubro uma resolução tornando obrigatório o uso da língua portuguesa nas sessões plenárias e nas reuniões das comissões parlamentares, pelo menos uma vez por mês.

 

 

FONTE: Diário Digital / Lusa

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