Representam apenas 1% do publicado, mas são um indicador do impacto da ciência no mundo. Falamos dos artigos “altamente citados”, onde de ano para ano cresce o número de portugueses.

Em 2018, Nuno Peres, físico da Universidade do Minho, foi o cientista a trabalhar em Portugal mais citado no mundo por outros investigadores. Já o tinha sido em 2017. O catedrático da Escola de Ciências da UMinho, de 51 anos, coordena o “Graphene Flagship”, um dos maiores programas científicos europeus, que envolve mil milhões de euros. Em 2004 foi o primeiro português a investigar o grafeno, forma bidimensional do carbono, com potenciais aplicações em eletrónica, fotónica, materiais compósitos, sensores e saúde. Ler o artigo completo

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