Foto de Nelson Lourenço

A antiga fábrica de conservas Vasco da Gama, devoluta há anos, no centro de Matosinhos, deverá acolher o futuro Museu da Diáspora e da Língua Portuguesa, que a câmara liderada por Guilherme Pinto quer abrir já no próximo ano.

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O novo museu foi anunciado por Guilherme Pinto, no final do ano passado, durante uma visita do ministro da Cultura, João Soares, às futuras casas da Arquitectura e do Design. Na altura, em declarações ao PÚBLICO, o autarca mostrou-se satisfeito por João Soares ter considerado que o projecto tinha “interesse nacional”, já que, afirmou: “Nada disto tem interesse se for apenas para Matosinhos, é necessário dar-lhe uma dimensão nacional”.

Guilherme Pinto manifestou, então, a vontade de inaugurar o museu já em 2017, explicando que o projecto estava a ser encabeçado pela ex-ministra da Cultura socialista, Isabel Pires de Lima. Depois de uma fase inicial em que a ideia envolvia apenas a questão da Língua Portuguesa, o projecto evoluiu para ganhar uma componente significativa dedicada à diáspora. O projecto, excluindo a permuta do imóvel, deverá custar cerca de dois milhões de euros, mas a Guilherme Pinto espera obter apoio comunitário para a sua concretização, garantindo, contudo, que o museu avançará mesmo que tal não seja possível. Ler o artigo completo (Público)

Viúvas de pescadores. Foto de Nelson Lourenço

Viúvas de pescadores. Foto de Nelson Lourenço

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