“Imaginem só o potencial humano, empresarial, político, económico, social e cultural que temos aqui em reserva”, afirmou Pedro Passos Coelho, durante um jantar com empresários num hotel do Rio de Janeiro.

“Tive, por isso, oportunidade, há alguns meses já de falar, com a presidente Dilma, com o presidente Eduardo dos Santos, com o presidente Guebuza, entre outros, e todos nós, entusiasmados, concordámos sobre as inúmeras vantagens de estabelecer uma aliança de prosperidade recíproca para os nossos empresários e cidadãos, assente numa sólida relação política, social e empresarial”, acrescentou.

Segundo o primeiro-ministro, os países de língua portuguesa têm “disponibilidade de capitais, de recursos, de conhecimentos técnicos e humanos únicos em muitos setores de atividade”, ou seja, têm todos os ingredientes para construírem um “grande mercado”.

Passos Coelho apontou ainda que cada país lusófono “é uma porta de entrada para uma comunidade maior” e defendeu que, tendo os portugueses sido “pioneiros da globalização”, não faz sentido que desperdicem “os maiores proveitos da atual globalização”.

Em particular quanto às relações com o Brasil, o primeiro-ministro advogou que está a ser construída “uma verdadeira aliança estratégica”, assinalando que escolheu o Brasil para a sua primeira visita fora da Europa, assim como Dilma Rousseff escolheu Portugal para a sua primeira visita fora do continente americano. Ler o artigo completo (RTP)

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