“Moçambique tem feito importantes descobertas de gás natural – 128 triliões de pés cúbicos, dos quais 124 descobertos no norte do Rovuma – e aproveitamos este evento para apresentar os projetos de Palma [norte de Moçambique], sendo que estes são muito avantajados, por exemplo, em termos da posição geográfica do país em relação ao mercado asiático ou americano”, disse à agência Lusa José Carlos Mabumo, do Ministério da Energia moçambicano.

Segundo Dzena Dzonlic, da organização da conferência, esta será “uma possibilidade para se identificarem oportunidades e se fazerem conexões adequadas” em torno da geração de rendimentos provenientes da exploração de GNL na África Oriental.

Importantes projetos de exploração de LNG estão em curso na província de Inhambane, sul, prevendo-se que, em 2018, se iniciem as primeiras operações de transformação de gás natural na província de Cabo Delgado, no norte do país.

EMYP // VM – Lusa/Fim

Foto: Um ciclista de “táxi-ginga” transporta uma cliente em Quelimane, centro de Moçambique, 18 de setembro de 2011. Há cinco anos que as bicicletas táxi, os “táxi-ginga”, imperam na capital da Zambézia, no centro de Moçambique, aproveitando a quase ausência de relevo nas ruas e a inexistência de ‘chapas’, as famigeradas carrinhas de transporte coletivo que circulam em todas as cidades do país, exceto em Quelimane. ANTONIO SILVA / LUSA

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