“Macau deverá ser isso (centro de formação da língua portuguesa para toda a China) porque isto é condição privilegiada, legada pela história e então Macau tem essa responsabilidade de responder ao desafio que o desenvolvimento das relações comerciais entre a China e os Países de Língua Portuguesa traz e o Governo de Macau tem de assumir essa responsabilidade perante a China”, disse.

Choi Wai Hao salientou que, sendo Macau a “sede da cooperação económica e comercial” entre a China e a lusofonia, a atual Região Administrativa Especial da China também pode ser “plataforma de cooperação de educação, de cultura, de intercâmbio cultural e educacional entre a China e os países de expressão portuguesa”.

O mesmo responsável disse que depois da criação no Politécnico de Macau do Centro Pedagógico e Científico da Língua Portuguesa, há cerca de um ano, o Governo de Macau tem a responsabilidade de ajudar no recrutamento dos professores para reforçar o ensino da língua portuguesa na cidade.

É que, sublinhou, “são precisos mais professores nativos de português para o Politécnico”.

 

JCS/AC // VM – Lusa/Fim

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