“A língua portuguesa carece de mais investigação sobre o seu potencial económico, à semelhança do que se verifica em relação ao potencial de línguas de comunicação internacional, com destaque particular para o inglês ou o castelhano, onde já há vários estudos bastante interessantes sobre esse aspeto”, reitera Rui Machete.

No início do mês, em São Paulo, durante uma visita ao Museu da Língua, o ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) pediu aos investigadores para seguirem os exemplos do inglês e do espanhol, que possuem estudos que “procuram medir qual é o impacto da língua em termos de desenvolvimento económico”.

Esta manhã, durante a intervenção na “Conferência: Português, Língua de Oportunidades”, que decorre no Pavilhão de Portugal, em Lisboa, Rui Machete insistiu na ideia: “Nada mais adequado, pois, do que apelar à realização desses estudos”.

Durante o discurso, o MNE sublinhou que a língua portuguesa deve ser encarada enquanto uma “língua de oportunidades”, sendo falada por cerca de 250 milhões de pessoas, tratando-se da língua mais falada no hemisfério sul e representando perto de 4% da riqueza mundial. Ler o artigo completo

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