4 March 2021
O embaixador de Angola em Portugal, Carlos Alberto da Fonseca (E) com o presidente do CICL, Luís Faro Ramos e o presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, Guilherme d’Oliveira Martins (D), Porto, 23 de novembro de 2018. ESTELA SILVA/LUSA

Instituto Camões apresenta projeto PROCULTURA em Angola

Lisboa, 10 jul 2019 (Lusa) – O instituto Camões apresentou, em Luanda, o projeto PROCULTURA, um programa com o orçamento de 19 milhões de euros, e que visa promover o emprego e a geração de rendimentos no setor da cultura, foi hoje anunciado.

A apresentação do programa em Angola decorreu no âmbito da visita a Luanda da secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Teresa Ribeiro, e do Presidente do Camões, Luís Faro Ramos, que decorre até quinta-feira.

“A apresentação foi uma oportunidade para esclarecer os criadores e operadores culturais angolanos sobre as oportunidades do projeto nos próximos anos e para fazer um ponto de situação das atividades em curso”, adiantou o Camões em nota.

Financiado pela União Europeia e cofinanciado pelo Camões, Instituto da Cooperação e da Língua e pela Fundação Calouste Gulbenkian, o projeto PROCULTURA integra o programa de cooperação europeu para os Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP) e Timor-Leste.

A iniciativa “visa o desenvolvimento da economia criativa” e tem como objetivos a criação de emprego e a geração de rendimentos nos setores culturais, segundo a mesma nota.

Com um orçamento de 19 milhões de euros até 2023, é especialmente dirigido às áreas da música, artes cénicas e literatura infanto-juvenil.

O instituto Camões adiantou ainda que, no âmbito do programa, estão a decorrer concursos para a atribuição de 48 bolsas de estudo de licenciatura e mestrado nas áreas culturais.

Para breve, está prevista a assinatura de um acordo entre o Camões I.P. e a Alliance Française em Angola para a partilha da gestão de um fundo destinado a financiar pequenos projetos “que contribuam para a diversidade cultural e cidadania através da cultura”.

“O Fundo DIVERCIDADE estará operacional até ao final do ano, e destinará o montante mínimo de 100.000 euros a cada um dos seis países que integram o projeto”, segundo o instituto Camões.

CFF // VM – Lusa/Fim

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