Uma das justificativas do movimento denominado “Por Uma Comunidade de Valores”, que lançou uma petição de cidadãos dos países de expressão portuguesa contra a entrada plena da Guiné Equatorial na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), é de que o presidente equato-guineense impôs a língua no seu país.

O director executivo do Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP), Gilvan de Oliveira, afirmou respeitar o posicionamento do movimento cívico, mas defendeu a necessidade rever os argumentos e suas fundamentações.

Oliveira lembrou que a Guiné-Equatorial está a cumprir, à risca, um conjunto de requisitos impostos pela CPLP. A decisão da sua entrada na comunidade lusófona será tomada na cimeira de Maputo, Moçambique, dia 20 de julho. Ler o artigo completo (África 21)

 

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