O desejo foi manifestado, à imprensa, por José Akeng à saída de um encontro com o Vice-Presidente da República, Fernando da Piedade Dias dos Santos, na Cidade Alta.

“Desejamos aprender a língua portuguesa porque é uma das condições para nos tornarmos membros da CPLP”, afirmou.

José Akeng disse que foi à Cidade Alta entregar ao Vice-Presidente da República, uma mensagem do Primeiro-Ministro guineenses e que ocasião que serviu para se apresentar como o novo representante diplomático do seu país em Angola.

O diplomata considerou “excelentes e tradicionais” as relações entre Angola e a Guiné-Equatorial, salientando que os dois Estados têm acordos firmados nos domínios das Pescas, Agricultura, Transportes e hidrocarbonetos.

O embaixador disse que a Guiné Equatorial está disposto a dinamizar e a aumentar a cooperação noutros sectores que sejam de interesse para os dois países. Sobre a posição de Angola em relação à crise política instaurada na Costa do Marfim, referiu que o seu país também defende uma solução pacífica. “A Guiné Equatorial, antes mesmo de assumir a presidência da União Africana, foi solidária com a posição de Angola em relação a crise que se vive na Costa do Marfim”, afirmou, sustentando que a utilização da força dava lugar a um resultado muito negativo, não é desejável para o continente africano.

Cuba dá prioridade à Saúde e Educação.

O Vice-Presidente recebeu, noutra audiência, o embaixador cubano, Pedro Ross Leal, com quem abordou a necessidade do reforço da cooperação bilateral, sobretudo nos domínios da saúde e da educação. No final do encontro, de cerca de 30 minutos, Pedro Ross Leal admitiu a possibilidade da criação de um laboratório para a produção de vacinas em Angola, incluindo a contra a cólera.O projecto, disse, pode ser concretizado pelas comunidades científicas dos dois Estados.O diplomata cubano anunciou para breve a chegada de mais médicos e professores cubanos a Angola.

 

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