Foi a 18 de dezembro de 1961 que Goa deixou de ser portuguesa, depois de 450 anos de colonização. Cinquenta anos depois, a presença de Portugal ainda não foi esquecida e há mesmo quem cante fado e festeje o Santo António. Mas, dizem os mais velhos que ainda falam a língua de Camões: “A cultura portuguesa em Goa tem os dias contados”.

Do passado, sobram os jardins com nomes de personalidades portuguesas como Garcia de Orta (que morreu em Goa em 1568), a arquitetura colonial, a gastronomia, um núcleo sportinguista, as igrejas católicas onde se reza com profunda devoção a Nossa Senhora de Fátima e um sem-fim de referências a Portugal, visíveis principalmente no comércio. Que vão desde o tão tipicamente português “Café Central” à joalharia “Velho&Filhos”, passando pela “Barbearia Real”, a “Loja Camota” e até mesmo o hotel “Fontainhas Inn”, no bairro do mesmo nome.

Venha daí numa pequena viagem ao Portugal que ainda sobrevive em Goa.

 

Fonte: Expresso

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