O diretor do festival, Hervé Bordier, disse à agência Lusa que é a língua portuguesa que arruma os artistas no cartaz, no palco e também nas restantes propostas que o festival apresenta, das exposições às artes visuais e ao cinema.

A 18.ª edição do Rio Loco quer olhar para “a lusofonia de hoje, uma lusofonia moderna”.

Entre os nomes da música, o diretor destaca Mariza, “uma das grandes estrelas do fado”, e Cesária Évora, “uma embaixadora da lusofonia”, que morreu em dezembro do ano passado, e que o festival vai homenagear.

“Cesária Évora já tinha aceitado o convite para participar na edição deste ano do festival, por isso decidimos manter o seu nome no cartaz e homenageá-la”, explicou à Lusa. Ler o artigo completo (DN)

 

Ver: Programa do Festival

close
Subscreva as nossas informações
Partilhar