7 March 2021
FESTIVAL DE TEATRO DO RIO DE JANEIRO

Festival de teatro do Rio de Janeiro

O espetáculo inédito, de acordo com a organização, é produzido pela companhia portuguesa Teatro da Garagem, do encenador Carlos Pessoa, com atores de Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique e Portugal, e o intercâmbio ocorrerá a partir da oficina “A falar é que a gente se entende”, no dia 31 de agosto.

Participam no festival, que vai decorrer até 06 de setembro, companhias de teatro de cinco países de língua portuguesa, incluindo Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique e Portugal. As oito peças programadas para o evento são inéditas no Brasil e vão ter entrada gratuita.

O Festlip também vai contar com um representante da região da Galiza, com o espectáculo “Barbazul, un sabotaje amoroso”, do ator e dramaturgo Borja Fernández, estreada pelo Teatro Ensalle de Vigo.

“Misterman”, com encenação de Elmano Sancho, e “Finge”, do Teatro da Garagem, são os dois representantes portugueses.

“As Bondosas”, pelo grupo angolano Elinga Teatro, a brasileira “Aqueles dois”, da Companhia Luna Lunera, a cabo-verdiana “Adão e Eva”, pela Sikinada Teatro, e a moçambicana “Os meninos de ninguém”, do grupo Mutumbelagogo, constituem as representações dos outros países.

A atriz e realizadora moçambicana Maria Manuela de Leão, fundadora do grupo Mutumbela Gogo, que está a comemorar 40 anos de carreira, é a personalidade homenageada nesta edição do festival.

Além das apresentações das obras de teatro, o sétimo Festlip terá concertos de música lusófona, oficinas, conferências, uma mostra ‘gourmet’ e um encontro cultural.

Realizar-se-á também um concurso de poesia, em homenagem aos 450 anos do Rio de Janeiro, e os textos selecionados serão apresentados numa exposição audiovisual.

No dia 01 de setembro, o escritor português Hugo Cruz vai fazer uma conferência e lançar o livro “Arte e Comunidade” e, no dia seguinte, o encenador angolano José Mena Abrantes vai dirigir uma oficina teatral.

As crianças também são contempladas com atividades do Festlipinho, com duas oficinas dedicadas à capulana, o traje típico moçambicano.

O festival tem patrocínio do Governo do Rio de Janeiro, da Prefeitura da Cidade, da Oi e da HOPE Serviços, e conta com o apoio institucional da Embaixada de Portugal no Brasil, do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa, da Funarte – Fundação Nacional de Artes, do Brasil, e dos ministérios brasileiros da Cultura e das Relações Internacionais

FYB // MAG – Lusa/fim

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