Redenção. A parceria com a Universidade Nacional de Timor-Lorosae possibilitou a vinda de mais 69 timorenses para o campus da Unilab em Redenção, na região do Maciço de Baturité. Em sua maioria jovens, todos trazem a esperança de aprender um ofício e levar o desenvolvimento para o país, localizado no continente asiático e que só há 10 anos consolidou processo de independência.
Agora, juntam-se a jovens brasileiros e de países africanos. A Unilab é uma instituição de ensino superior do governo brasileiro que objetiva firmar convênios de cooperação com os países lusófonos. Representa uma das primeiras grandes experiências brasileiras em intercâmbio cultural e educacional entre países de língua portuguesa.

São mais de 400 estudantes em Redenção vindo de países africanos como Guiné-Bissau, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola e de Timor-Leste. Não é apenas uma grande experiência, mas a realização de um sonho de pessoas que saíram de uma região pobre do planeta para um dia voltarem carregando esperança.
Euforia e brilho nos olhos de quem traz uma cultura diferente para o País que será moradia pelos próximos anos. Foi com o coração apertado que a estudante timorense Maria em Graça, de 21 anos, deixou os pais e sete irmãos para estudar administração pública na Unilab. Chegou no último fim de semana com outros 68 timorenses. Ler o artigo completo (Diário do Nordeste)

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