“O grande objetivo da escola desde o início é formar alunos trilingues. Neste momento, em relação ao português e ao inglês eu não tenho dúvidas, e em relação ao mandarim, claro que ainda estamos a dar os primeiros passos”, disse.
Edith Silva explicou que a escola está a trabalhar “muito de perto” com o Instituto Politécnico de Macau e que existe um acordo para a “formação de professores, programas e avaliação”, tudo com o objetivo de conseguir que dentro de alguns anos os alunos que saiam da escola portuguesa de Macau sejam trilingues.
A diretora da escola falava à Agência Lusa à margem do programa da “escola aberta”, a terceira vez que a escola abriu as portas à comunidade, mostrando o que se faz lá dentro, um conjunto de atividades que juntou professores, funcionários, alunos e direção ao longo do dia.
“É o terceiro ano em que a escola está aberta e os objetivos são sempre os mesmos: tentar mostrar o trabalho desenvolvido ao longo do ano, abrir a escola à comunidade para os encarregados de educação que estejam interessados em conhecer melhor a escola e mostrar os resultados obtidos”, afirmou.
Aberta há 12 anos, a Escola Portuguesa de Macau tem vindo gradualmente a perder alunos, embora no atual ano letivo tenha conseguido mais inscrições em relação a anos anteriores.
“Se nós conseguirmos manter os 500 alunos, penso que é uma vitória”, considerou Edith Silva que gostaria de voltar ao milhar de estudantes, mas salienta que o atual número é muito positivo para o meio envolvente da escola.
Com 32 milhões de patacas de orçamento – cerca de três milhões de euros – a Escola Portuguesa de Macau tem uma direção de dois elementos, um quadro docente de 45 professores a tempo inteiro e 25 funcionários para um total de 462 alunos.
JCS.

 

FONTE: Lusa

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