O Encontro de Cooperação entre os Órgãos de Gestão Eleitoral dos Países de Língua Portuguesa está sendo realizado no tribunal desde a manhã desta quinta-feira (24). “Essa troca tem importância de ouvir o que eles têm a dizer, as demandas que eles nos trazem, como nós podemos colaborar, até porque nos queremos democracia no mundo inteiro. O objetivo é a troca de experiência”, destacou a ministra.
Na abertura do Encontro, a presidente explicou que, devido à influência que Portugal exerceu nesses países,  alguns têm tribunais constitucionais que lidam com a jurisdição eleitoral e as comissões eleitorais, enquanto no Brasil a Justiça Eleitoral administra e julga todos os processos relacionados às contendas em matéria eleitoral.
Após a abertura do Encontro, a presidente do TSE disse aos jornalistas que, no ano passado, quando ocorreu o pleito municipal, comissões do mundo inteiro queriam saber como se fazem as eleições brasileiras, o que é a urna eletrônica, como o processo se passa e destacou que os estrangeiros normalmente ficam espantados com a rapidez com que o processo é apurado, principalmente por causa do grande número de eleitores, quase 140 milhões, e de candidatos, que chegou a quase meio milhão entre concorrentes a prefeito, vice e vereadores.

Devido a esse interesse, o encontro está sendo realizado com a participação  de Angola, Cabo Verde, Mocambique, Portugal, União Europeia, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, além de representantes do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e  do  PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa). Ler o artigo completo.

 

Partilhar