Santa Maria, Cabo Verde, 18 jul (Lusa) – Um total de oito organizações e associações foram aceites hoje como observadores consultivos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), durante a realização da cimeira do bloco lusófono, em Cabo Verde.

A resolução aprovada atribuiu o estatuto de observador consultivo da CPLP à Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG), à Associação Cultural Videobrasil, à Associação de Portos de Língua Oficial Portuguesa (APLOP), Associação Portuguesa de Transporte e Trabalho Aéreo (APTTA) e à Associação Cultural TALU Produções e Marketing.

Também obtiveram o mesmo estatuto Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), a Associação Caboverdeana de Lisboa e à Associação Lusófona de Energias Renováveis (ALER).

A importância das organizações das sociedades civis é reconhecida pelos principais órgãos da CPLP, os quais têm adotado diversas decisões para a integração deste enorme potencial na dinâmica de desenvolvimento da Comunidade.

Durante a cimeira em Cabo Verde, também foi revisto o regulamento para os embaixadores da Boa Vontade da CPLP, tendo como objetivo contribuir para o processo de valorização do papel destes, que terão um mandato de quatro anos, não remunerado.

Os embaixadores de Boa Vontade da CPLP são designados pela Conferência de Chefes de Estado e de Governo, entre personalidades dos Estados-Membros e das diásporas que se notabilizaram nos domínios da cultura, desporto, artes, ciência e política e que se disponibilizarem a contribuir para a defesa e promoção dos valores, princípios e objetivos da CPLP.

Durante a XII conferência de chefes de Estado e de Governo da CPLP, que decorreu terça-feira e hoje, Cabo Verde assumiu a presidência rotativa da organização, por um período de dois anos, e com o lema “Cultura, Pessoas e Oceanos.

Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste são os Estados-membros da CPLP.

CSR // EL – Lusa/fim
Partilhar