De acordo com o International Bureau of Education (IBE), instituto da UNESCO especializado em conteúdos, métodos e estruturas educacionais, a adoção do termo ‘língua adicional’, em vez de outros termos como ‘segundas línguas’ ou ‘línguas estrangeiras’, ocorre por várias razões:

[o]s estudantes podem na verdade estar aprendendo não uma segunda, mas uma terceira ou quarta língua. ‘Adicional’ se aplica a todas, exceto, claro, a primeira língua aprendida. Uma língua adicional, além disso, pode não ser estrangeira, já que muitas pessoas no seu país podem falar essa língua rotineiramente. O termo ‘estrangeiro’ pode, com efeito, sugerir estranho, exótico ou, talvez, alheio — todas essas conotações indesejáveis. Nossa escolha do termo ‘adicional’ sublinha o nosso entendimento de que línguas adicionais não são necessariamente inferiores ou superiores, nem substitutas para a primeira língua de um estudante. (ELLIOT et al, 2001, p. 6[1])

 

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