Trata-se de um estabelecimento privado que funciona em Lisboa desde 1959, e que ministra o ensino de diversas línguas, entre as quais o português na sua modalidade de língua aprendida por estrangeiros.

O projeto de avaliação e certificação pelo Camões, IP, de escolas e centros que ensinam PLE ou português língua de herança, isto é, quando os formandos são lusodescendentes, foi pensado para “reconhecer e complementar a rede EPE (Ensino Português no Estrangeiro)”, qualificando as instituições que trabalham no estrangeiro na área do ensino do português.

Porém, diversos estabelecimentos em Portugal também se interessaram pelo processo, tendo sido o CIAL a primeira entidade a obter essa certificação.

Fora de Portugal, já existem dois centros de línguas certificados na Europa, um em França, o Instituto Lusófono, da associação portuguesa de Pontault-Combault, uma comuna francesa localizada na região da Ilha de França, no departamento Sena e Marne, e outro na Suíça, o centro da associação de apoio à comunidade portuguesa de Vevey, no cantão de Vaud.

Mais de meia dúzia de outros processos de certificação estão em curso na Venezuela, estando o protocolo com a escola de San Agostín prestes a ser assinado. Também na Rússia um centro de ensino de PLE manifestou interesse em obter a certificação como estabelecimento associado do Camões, IP.

A vantagem da associação para as escolas/centros é, para além de verem a sua qualidade reconhecida para o ensino de PLE, e poderem usar a imagem do Camões como entidade associada, terem acesso a um conjunto de recursos pedagógicos e formativos disponibilizados pelo Camões, IP, enquanto instituição pública portuguesa que gere as questões ligadas à promoção e ao ensino da língua portuguesa no mundo.

A escola/centro integrada nesta rede associada passa a ter acesso aos programas do Camões, IP, às metodologias por ele promovidas e às boas práticas por ele desenvolvidas e aplicadas. Os professores desta rede passam também a beneficiar do programa de formação desenvolvido pelo Camões, IP.

Para aceder à condição de escola/centro associado, as entidades interessadas passam por um processo, cujo desfecho, se traduzido num relatório de avaliação positivo, permite a celebração de um protocolo que regula a relação e estabelece as obrigações de cada parte. Ler o artigo completo.

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