“Estamos expectantes com a nova lei do ensino superior, para saber se será concedida ao IPM a possibilidade de criar cursos de mestrado”, revela Choi Wai Hao, responsável máximo da ESLT, ao Hoje Macau. “Muitas particulares têm mestrados e doutoramentos. O IPM tem de ser tratado em pé de igualdade com as instituições privadas e públicas de ensino superior. O IPM não tem. E isso não é justo.”

Acredita haver necessidade de criar novos patamares na sua escola, até porque grande parte dos graduados nas licenciaturas em Tradução e Interpretação vê-se obrigada a prosseguir os estudos na Universidade de Macau. “A grande maioria dos alunos do Mestrado em Estudos de Tradução vem da ESLT, mesmo o chefe deste departamento na UMAC já o reconheceu.”

Por outro lado, admite desconhecer a razão pela qual o IPM desistiu da caminhada para se tornar Universidade, quando mantinha esta ambição desde 2009. “O Presidente nunca me deu a conhecer os motivos da desistência. Se calhar o Governo não quer que ganhe o estatuto de universidade. Macau é um território pequeno, não sei do ponto de vista do Governo como olham para isto. Mas acredito que o mais importante, enquanto director da Escola, é que o IPM tenha essa competência de criação de curso de mestrado e até de doutoramentos.”

Por essa razão, aguarda com expectativa as novas medidas da lei de ensino superior, para “arrumar as coisas conforme a lei e fazer a alteração dos estatutos próprios, em conformidade”, analisando então as competências atribuídas às diferentes instituições do ensino superior. Ler o artigo completo

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