O desafio foi feito durante uma visita recente que os responsáveis da Clássica fizeram à China e a Macau, revelou Teresa Cid, vice-reitora da UL.

Em declarações ao PÚBLICO, a responsável pelo pelouro das Relações Internacionais da UL adiantou que o vice-ministro chinês “lançou o desafio de ser criada uma plataforma com a Universidade de Pequim e o Politécnico de Macau para aprofundar o ensino do português na China e alargar o ensino do chinês em Portugal e nos países de língua portuguesa, como Angola”.

“Neste momento há 15 universidades na China a dar este curso e o vice-ministro manifestou o interesse de alargar para o dobro nos próximos anos”, afirmou, salientando o facto de haver 300 milhões de chineses a falar inglês e “muito poucos a falar português”. E “quem fala português tem emprego garantido”, acrescentou.  Ler o artigo completo (Público)

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