A Casa, in “O Útero da Casa”

A Casa, in “O Útero da Casa”

A CASA Aqui projectei a minha casa: alta, perpétua, de pedra e claridade. O basalto negro, poroso viria da Mesquita. Do Riboque o barro vermelho da cor dos ibiscos para o telhado. Enorme era a janela e de vidro que a sala exigia um certo ar de praça. O quintal era...
O AMOR DO RIO 

O AMOR DO RIO 

Os sonhos do porvir, os cantos que cantei, carrego-os [na voz Antes da minha voz, já um nome fora dado a cada coisa [e a cada coisa uma medida Em cada nome pus apenas um sopro de lume insubmisso; [em cada coisa, uma sugestão de prumo e de estrela. Sorve agora das...