6 March 2021

A produção científica no Brasil é dez vezes maior do que há 20 anos.

Com a ajuda da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), R$ 2, 4 milhões são repassados por ano para financiar revistas científicas brasileiras.

Editores e sociedades científicas também recebem subsídios para garantir as publicações, além dos repasses para ampliar a concessão de bolsas de estudo.

Entre 2007 e 2008, o Brasil aumentou em 56% o número de artigos publicados em revistas internacionais especializadas, ficando à frente de nações com comunidades científicas de tradição no ranking mundial. Em 1981, por exemplo, o País assinava 0, 44% dessas publicações.

A taxa de crescimento na elaboração de trabalhos científicos é de 8% ao ano, enquanto a média mundial está em 2%. No Brasil, a produção científica concentra grande parte de sua força nas áreas de pesquisas agrícolas e ciências naturais.

Especialização de professores

Atualmente, o número de estudantes de mestrado e doutorado – responsáveis pelo maior volume de produção científica no Brasil – é dez vezes maior do que há 20 anos. A expectativa do Ministério da Educação é fechar o período entre 2005 e 2010 com 17 mil novos doutores lecionando nas universidades do País.

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Foto: Bandeiras do Brasil e do Mercosul. 06/03/2013. EPA/FERNANDO BIZERRA JR.

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