“As marcas e empresas portuguesas que possam tornar-se globais associando-se com entidades brasileiras deverão fazê-lo”, refere ao Expresso Dipak C. Jain, reitor do INSEAD, a escola internacional de negócios criada em 1957 em França e que tem polos em Singapura e no Abu Dhabi.

“Dado que o Brasil está a atrair atenção global, será bom para as empresas portuguesas associarem-se com as brasileiras em iniciativas específicas e serem um parceiro nesta jornada global. Por exemplo, usando a língua portuguesa como um elemento de trabalho em conjunto”, explica o professor indiano.

Moral da história: A língua tem valor de mercado internacional e pode servir de alavanca em alianças com o Brasil com vista à globalização de marcas e empresas portuguesas. O português é uma das línguas globais e o facto de o Brasil ser hoje uma das potências emergentes dos BRIC (acrónimo para Brasil, Rússia, Índia e China) pode ser útil à estratégia de projeção global dos empresários portugueses.

Além do mais, Portugal foi a primeira potência global a desenvolver uma rede internacional que tocou os espaços do mundo que hoje formam três dos quatro BRIC.

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