• O maior crescimento económico das geografias emergentes, e a redução do proteccionismo, diluindo barreiras concorrenciais e aumentando a interdependência entre as economias, com novos actores e novas rotas comerciais, traduz-se num novo mosaico e acrescida intensidade da actividade económica internacional.
  • A cada vez maior rapidez na adopção de novos paradigmas comportamentais, resultado natural de um mundo mais urbanizado e mais “próximo”, reforça a intensidade concorrencial da actividade económica, com uma nova dinâmica.
  • O posicionamento de Portugal é estratégico e, com o conjunto de infra-estruturas de transporte existentes, tem condições para servir de ligação entre a China e o Atlântico Sul, promovendo relevantes rotas marítimas internacionais do Oriente ao Pacífico (canal do Panamá).
  • A forte ligação de Portugal aos países de língua portuguesa é evidenciada também pelo volume de exportações de bens para estes países que, entre 2006 e 2011, apresentaram um crescimento médio de 14.8% (que compara com 3.5% para o mundo).
  • As comunidades portuguesas, cerca de 4.9 milhões de portugueses emigrantes e luso-descendentes espalhados no mundo (46% da população residente em Portugal), são também um importante activo. Projectam os negócios nacionais e potenciam a aproximação a mercados dinâmicos e em crescimento.
  • A língua portuguesa e a presença de comunidades portuguesas no exterior constituem importantes activos ao dispor do tecido empresarial português, conferindo-lhe vantagens comparativas muito relevantes na abordagem a mercados que hoje beneficiam de forte crescimento e potencial de projecção sobre áreas regionais adjacentes.

 

 

 

 

O Observatório da Língua Portuguesa agradece ao autor do documento, Francisco Mendes Palma, e ao Banco Espírito Santo – Espírito Santo Research a amabilidade de facultarem a publicação do documento no nosso Sítio.

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