2 March 2021
Fotografia: Câmara Municipal da Póvoa de Varzim (João Paulo Meneses)

“Macau é muito longe, mas existe uma literatura em português”

A voz de um “um poeta exilado” nas “Correntes d’ Escritas”

O festival literário “Correntes d’Escritas” ouviu falar pela primeira vez de Macau, das palavras em Macau, dos escritores portugueses de Macau. A Carlos Morais José coube a responsabilidade de apresentar a literatura do território na Póvoa do Varzim.

Macau esteve pela primeira vez representado no mais importante festival literário de Portugal e um dos mais importantes da língua portuguesa, o “Correntes d’Escritas”. A iniciativa realizou-se durante a semana passada na Póvoa de Varzim.

Carlos Morais José falou da língua portuguesa em Macau, deu a conhecer alguns dos principais escritores que escreveram ou ainda escrevem em Português em Macau – com destaque para Camilo Pessanha – e falou um pouco sobre o seu mais recente livro, “O Arquivo das Confissões – Bernardo Vasques e a Inveja,” publicado pela Livros do Oriente. Ler o artigo completo (Ponto Final)

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